Browsing "Older Posts"

Vitor Valim é único candidato a prefeito de Fortaleza que está a favor do impeachment

By Lucion Oliveira → quarta-feira, 23 de março de 2016
A sucessão de Fortaleza tem um fator que agitará o debate eleitoral até junho: o impeachment da presidente Dilma. Entre os principais candidatos que aparecem liderando as pesquisas, apenas um, o deputado federal Vitor Valim,PMDB, está engajado e trabalhando a favor de afastar Dilma do Planalto. Tanto que faz parte da tropa de choque dos defensores do impeachment no plenário da Câmara(veja o vídeo) e como membro atuante da Comissão Especial que analisa a proposta de afastar a presidente da República via Congresso.
Os outros cinco candidatos a prefeito de Fortaleza- Roberto Cláudio(PDT), deputada federal Luiziane Lins(PT) e os deputados estaduais Heitor Ferrer(PSB), Capitão Vagner(PR), e Renato Rosseno(PSOL), apesar de suas divergências ideológicas e pessoais, estão unidos e são contra o impeachment.
Moroni Torgan(DEM) desistiu de concorrer à prefeitura, e os adversários de Dilma perdem um voto entre os candidatos a prefeito. Ele decidiu apoiar a reeleição de Roberto Cláudio. Pessoalmente, o atual prefeito mantém-se calado por lealdade ao governador Camilo Santana e seu antecessor, Cid, como também seu irmão Ciro Gomes, todos inimigos do impeachment.
A sucessão de Fortaleza tem um fator que agitará o debate eleitoral até junho: o impeachment da presidente Dilma. Entre os principais candidatos que aparecem liderando as pesquisas, apenas um, o deputado federal Vitor Valim,PMDB, está engajado e trabalhando a favor de afastar Dilma do Planalto. Tanto que faz parte da tropa de choque dos defensores do impeachment no plenário da Câmara(veja o vídeo) e como membro atuante da Comissão Especial que analisa a proposta de afastar a presidente da República via Congresso.
Os outros cinco candidatos a prefeito de Fortaleza- Roberto Cláudio(PDT), deputada federal Luiziane Lins(PT) e os deputados estaduais Heitor Ferrer(PSB), Capitão Vagner(PR), e Renato Rosseno(PSOL), apesar de suas divergências ideológicas e pessoais, estão unidos e são contra o impeachment.
Moroni Torgan(DEM) desistiu de concorrer à prefeitura, e os adversários de Dilma perdem um voto entre os candidatos a prefeito. Ele decidiu apoiar a reeleição de Roberto Cláudio. Pessoalmente, o atual prefeito mantém-se calado por lealdade ao governador Camilo Santana e seu antecessor, Cid, como também seu irmão Ciro Gomes, todos inimigos do impeachment.
CN7

Conjuntura Nacional e Política é tema de debate na Urca

By Lucion Oliveira →
O Curso de Educação do Campo, PROCAMPO, da Universidade Regional do Cariri-URCA, promoverá o debate: “Conjuntura Nacional e Crise Política”. O evento acontece no Salão de Atos, Campus Pimenta, no próximo dia 28/03, segunda-feira, e será realizado em dois horários, às 8h00 e às 19h00.
Os debatedores são os professores: Frederico Costa, da Universidade Estadual do Ceará-UECE e Coordenador do Instituto Movimento Operário; Emmanoel Lima, do Curso de Economia da URCA e Francisco do O’ de Lima Júnior, Vice-Reitor e professor do Curso de Economia da URCA.
O evento é aberto ao público. O objetivo desse momento, segundo o Professor Emmanoel, é manifestar a posição da Universidade em relação aos últimos acontecimentos políticos e econômicos pelos quais passa o país. “Esse debate visa analisar criticamente os últimos acontecimentos no Brasil para que a Universidade se posicione diante da tentativa de golpe branco em curso na sociedade brasileira.” Ele explicou ainda que será feita uma análise articulada entre os episódios ocorridos no Brasil e a conjuntura internacional.

Audiência Pública da Câmara Municipal do Crato discute ações de combate ao Aedes aegypti

By Lucion Oliveira → quarta-feira, 2 de março de 2016
No próximo dia 04 de março, a Câmara Municipal do Crato promove Audiência Pública com a finalidade de discutir o planejamento das ações da Secretaria Municipal de Saúde do Crato para combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, Chikungunya e Zika Vírus e mobilizar a sociedade para participar da campanha contra a proliferação do mosquito.
O Poder Legislativo Cratense deseja que a população participe da elaboração das ações do município para combater os focos de reprodução do mosquito, uma vez que dois terços dos criadouros são encontrados nas residências e nos estabelecimentos empresariais. Por isso a importância da contribuição da sociedade na apresentação de sugestões para a eficácia do trabalho.
Segundo o Vereador Amadeu de Freitas, autor do Requerimento da Audiência Pública, a população está disposta a colaborar com as ações de prevenção, mas deseja conhecer as providências do Poder Público para o diagnóstico e tratamento das doenças, quando infectada.
A Audiência Pública será realizada no Plenário da Câmara Municipal do Crato, às 9 horas da próxima sexta-feira.

O RÁDIO EM SILÊNCIO

By Lucion Oliveira → terça-feira, 1 de março de 2016
O Jornal do Cariri desta semana traz um artigo bastante interessante que merece uma profunda reflexão de todos nós (radialistas), sobretudo que militamos no rádio do interior. Sob o título de “O rádio em silêncio”, o artigo de autoria do jurista e filósofo Josival da Silva aborda inicialmente o falecimento de colegas do Cariri para, posteriormente, chamar a nossa atenção sobre os direitos e garantias dos radialistas.
O RÁDIO EM SILÊNCIO
A frase bíblica “Deus escreve certo por linhas tortas” é conhecida por todos. Mas, embora correndo o risco de desapontar aos habituais leitores das singelas crônicas que escrevo neste espaço especial, declaro-me insatisfeito com “o acerto de Deus” no que pertine ao chamamento de radialistas em tão curto período para o seu Reino. Do dia 15 de julho de 2014, quando faleceu o emblemático Francisco Silva, o Foguinho, para o dia 24 deste caminhante fevereiro de 2016, quando faleceu o querido radialista e publicitário Enoque Silva, o rádio caririense perdeu seis valorosos profissionais, a saber: Francisco Silva, o Foguinho; Bosco Alves; Beto Fernandes; Nadier Martins; Wellington Oliveira e Enoque Silva.
Se estabelecermos uma média estatística mensal em face das defunções, alcançaremos a assustadora cifra de uma morte a cada três meses. Mas, é ainda mais apavorante constatar que, em números reais, só no mês de fevereiro deste 2016 três radialistas perderam a vida. Quando nos declaramos insatisfeitos com os “acertos de Deus”, não flui, por óbvio, à mente deste rude escriba, pretensão de questionar os desígnios do Senhor. Até porque as determinações Divinas situam-se fora da esfera competencial da laicidade.
Em momentos assim sempre nos ocorrem pensamentos diversos, uns com acertos, outros, nem tanto. Faço, nesse passo, alguns questionamentos em torno do exercício da profissão de radialista. O faço sem outro interesse, senão o de despertar a categoria para possíveis direitos negados, jamais questionados. Por exemplo: Radialistas têm plano de saúde? Radialistas têm espaço de lazer garantido para si e sua família? Têm assessoria jurídica? Radialistas têm os seus direitos trabalhistas respeitados? Existem cursos periódicos de reciclagem para eles?
Pelo que sabemos, alguns dos profissionais do rádio recém-falecidos padeciam de enfermidade de alto risco. Tiveram a cobertura adequada, permanente, em face do plano de saúde da categoria? Essas questões precisam ser debatidas. Em que estágio anda a discussão dos direitos e garantias individuais dos valorosos profissionais do rádio? Não cogito liderar a classe, onde militam antigos decanos, mas tão só lembrá-los que o radialista vem antes e o rádio, depois.
Certa feita, li num mural da antiga Rádio Uirapuru de Fortaleza a seguinte frase: “Nenhum veículo é tão atual e presente quanto o rádio”. Mas, o rádio não tem voz, nem opinião próprias. A voz do rádio é a voz do radialista. É o radialista que dá impulso ao rádio, que o coloca na posição de destaque e imprescindibilidade. Nem o advento da televisão esmaeceu o rádio. Enquanto informador e, principalmente, formador de opinião, o radialista é agente social da maior importância no contexto social onde atua. A sua postura ética é cobrada e sofre vigilância constante da sociedade. Qualquer passo em falso dado pelo radialista, é criticado com veemência pela massa social que o acompanha.
Em contrapartida, a atuação escorreita do radialista através de crônicas e críticas isentas de paixão ou qualquer outra manifestação, é prontamente assimilada pelos seus ouvintes. O radialista evolui por si próprio e, não raro, por sua postura “carrega nas costas a emissora de rádio onde trabalha”. Quantas vezes presenciamos o ouvinte de rádio afirmar: “O locutor da rádio tal disse que isso é certo.....ou errado”? Quer dizer, o locutor é paradigma para o fazer ou deixar de fazer da comunidade onde moureja. Digo: “Radialistas são filósofos da vida que a morte eterniza”.

Josival da Silva - jurista e filósofo