CULTURA – A história de um menino que fez da música a sua vida

O cantor e intérprete Halisson Crystian, 43 anos, já esbanjava talento aos 13 anos, numa época pré-shows de calouros badalados da TV.

Revestido do seu timbre de voz inconfundível e armado com seu inseparável violão, ele participava de festivais de música na Boa Vista de 1995, chegando à finalíssima com cantores já renomados no cenário artístico local.

Filho de pai e mãe cantores, Halisson tem as notas musicais viajando na sua corrente sanguínea e impressas no seu DNA.

Foi dele a primazia de eternizar tons e melodia aquela que é considerada o hino extraoficial de Boa Vista, a música Cidade do Campo, composição de Eliakin Rufino. Não há outra interpretação que tenha criado uma identidade tão forte com a cidade, como a de Halisson.

Vivendo num ambiente peculiar, composto por um estado (ex-Território Federal) encravado no Extremo Norte do Brasil, no meio da ilha das Guianas, na Amazônia Brasileira – um lugar um tanto esquecido do resto do Brasil, mas rico em natureza exuberante, minérios preciosos e joias da arte musical – o menino se tornou homem e o homem se fez um artista completo.

Halisson Crystian fez da música sua profissão de fé. “A música nunca me deu fortuna, mas me deu o prazer de ser quem eu sou e de viver do que eu gosto”, diz ele neste episódio do Macuxicast.

Aperta o play e confere a conversa que eu, Edgar Borges e Zanny Adairalba tivemos com esse grande artista roraimense.


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