TJRR inaugura Laboratório de Inovação e Inteligência

Com o objetivo de construir de forma criativa e eficiente soluções para o atingimento de metas e para resolução de demandas apresentadas pela sociedade, foi inaugurado nesta terça-feira (15 de dezembro) o Laboratório de Inovação e Inteligência do Poder Judiciário de Roraima (Inovajurr).

O novo ambiente, projetado para oferecer todas as condições para que equipes de profissionais do judiciário possam criar e inovar, funcionará na Sede Administrativa do TJRR (Tribunal de Justiça de Roraima), edifício Luiz Rosalvo Indrusiak Fin.

A iniciativa segue a pauta global da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), que é fortalecer a paz universal com mais liberdade. A instituição dos laboratórios nos tribunais de todo país segue as diretrizes da Portaria de número 119/2019 do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).

O Inovajurr é um programa que une conhecimento institucional, inovação e a cooperação em um espaço de diálogo e articulação. O presidente do TJRR, desembargador Mozarildo Cavalcanti, acredita que esta novidade deverá proporcionar ainda mais rapidez na atuação do Poder Judiciário de Roraima, alinhada com o desenvolvimento sustentável, com o apoio total da tecnologia.

“Hoje estamos concretizando em um espaço físico a inovação. Muitos dos êxitos que o tribunal teve nesses últimos dois anos decorrem da inovação adotada por magistrados, servidores e pelas unidades de direção do tribunal. O espaço segue tendência moderna no ambiente corporativo, que é a busca por soluções inovadoras para as demandas recebidas”, explicou.

A estratégia de unir a criatividade e promover a produtividade é considerada inovadora e eficiente institucionalmente. É como se fosse, segundo a secretária de Gestão Estratégica do TJRR, Inaiara Sá, uma sala para solucionar demandas da sociedade de forma simples e rápida.

“O tribunal evoluiu muito na tecnologia e inovação. O Inovajurr busca aproximar o Poder Judiciário da sociedade. O laboratório foi criado para isso, para que a gente consiga, num espaço informal de conversa e de pensamento livre, trazer soluções mais úteis para nossa população”, destacou.

Compete aos laboratórios de Inovação

– Monitorar e promover a gestão judicial processual e administrativa dos dados da Agenda 2030;

– Elaborar e implementar plano de ação com soluções conjuntas e pacíficas voltadas à melhoria da gestão pública, visando evitar judicialização excessiva; e outras agendas de interesse global;

– Dialogar com a Rede de Governança Colaborativa do Poder Judiciário quando necessário para a difusão da Agenda;

– Mapear os programas e projetos desenvolvidos pelas redes de inovação dentro do Judiciário ligados à pauta global da Agenda 2030;

– Estabelecer conexões entre os Laboratórios de Inovação e os Centros de Inteligência judiciários para o desenvolvimento de projetos conjuntos dentro da Agenda;

-Incentivar pesquisas, artigos e estudos sobre os ODS no Poder Judiciário;

– Abrir espaço para a participação cidadã na concepção de projetos inovadores no Poder Judiciário que contribuam para a efetividade da Agenda 2030;

– Apoiar os órgãos do CNJ na busca de soluções para problemas complexos, tomando por base metodologias de inovação e inteligência que considerem a empatia, colaboração interinstitucional e a experimentação.

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